A Inteligência Artificial já não é uma tendência: é um fator crítico de crescimento e competitividade. Os dados do mais recente EY European AI Barometer 2025 confirmam que os colaboradores portugueses estão entre os mais satisfeitos com a IA na Europa. Por outro lado, mostram também que o potencial de impacto financeiro ainda está por explorar em muitas organizações nacionais. Neste artigo, revelamos os principais insights do estudo e explicamos por que razão a IA deve ser uma prioridade estratégica para todas as empresas que ambicionam crescer. Os colaboradores estão prontos para a IA. E agora? Em Portugal, 90% dos colaboradores avaliam positivamente a sua experiência com a IA, o valor mais alto entre os nove países europeus inquiridos. Um dado que reflete não só uma elevada adoção, como também uma forte predisposição para integrar a IA nas suas rotinas de trabalho e vida pessoal. Este é um sinal claro para as empresas: se os colaboradores estão preparados, o desafio passa por criar as condições certas para transformar essa abertura em resultados concretos. Uma janela de oportunidade para as empresas Na média europeia, as empresas que investiram em IA já registam poupanças ou aumentos de receita superiores a 6 milhões de euros. Contudo, em Portugal, apenas 42% das organizações dizem sentir esse impacto financeiro e 43% acredita que ainda é cedo para avaliar. Este desfasamento revela um atraso estratégico. Significa também que há uma janela de oportunidade enorme para as empresas portuguesas ganharem tração, se adotarem a IA com uma abordagem estruturada, alinhada com objetivos de negócio e orientada para resultados mensuráveis. Formação em IA: o elo que falta Apesar da elevada aceitação da IA, apenas 24% dos colaboradores portugueses consideram que têm formação adequada nesta área. Sem capacitação contínua, é difícil maximizar o retorno do investimento em IA ou garantir uma adoção eficaz e segura. Como sublinha Sérgio Ferreira, Partner e líder de IA da EY, “a adoção de IA não deve ser encarada apenas como uma questão de investimento em tecnologia. Exige know-how técnico, formação contínua e liderança ativa na transformação cultural e organizacional.” As empresas que investem em formação não estão apenas a desenvolver competências: estão a construir uma cultura de inovação capaz de sustentar o crescimento no longo prazo. Do desempenho à inovação: prova superada Mais de metade dos trabalhadores portugueses (48%) afirma que a IA já melhorou a sua produtividade, um valor superior à média europeia. Do lado das empresas, a IA tem sido particularmente eficaz na: Estes ganhos não são apenas circunstanciais: são estruturais. Permitem que as empresas se tornem mais ágeis, personalizem a experiência do cliente e tomem decisões baseadas em dados, fatores-chave num mercado cada vez mais competitivo – conheça a história dos primeiros passos da IA, aqui. Ética, regulação e confiança: a trilogia da maturidade digital Apesar do entusiasmo, menos de metade dos inquiridos afirma que a sua organização tem um quadro ético claro para o uso de IA. A falta de governance pode pôr em causa a confiança interna e externa na utilização destas ferramentas. Com o novo regulamento europeu para a IA – AI Act – a entrar em vigor, espera-se um impacto positivo na criação de regras claras e na proteção de dados. Cabe às empresas anteciparem-se e integrarem princípios éticos e de transparência desde o início. Resumindo: a IA não é um desafio, é uma aposta estratégica O estudo da EY confirma que a IA é bem recebida pelos colaboradores, já entrega resultados financeiros palpáveis nas empresas que a utilizam ativamente e é vista como um motor de produtividade. O que falta? Visão estratégica e ação. Na Cegid PHC, acreditamos que a IA deve estar ao serviço das pessoas e do negócio. Acreditamos numa IA que capacita equipas, automatiza tarefas repetitivas, dá tempo ao talento e cria espaço para a inovação. Se a sua empresa quer crescer de forma sustentada, diferenciada e preparada para o futuro, a Inteligência Artificial não é apenas uma opção, é um imperativo. Se 90% dos colaboradores aprova, chegou o seu momento de decidir. Descubra tudo aquilo que o add-on Cegid PHC GO Pulse pode fazer pela sua empresa.
IRC, IRS, IVA, IUC: principais diferenças e impacto na empresa
Neste artigo vamos pôr os “pontos nos is” e ajudá-lo a perceber, de forma simples e prática, o que distingue o IVA, IRS, IUC e IRC e qual o impacto que cada um tem na empresa. Vamos ser honestos: impostos não são o tema mais entusiasmante do mundo. Porém, fechar os olhos pode sair muito mais caro do que imagina, e não estamos a pensar só em coimas. IVA: Imposto sobre o Valor Acrescentado O IVA é, talvez, o imposto mais “visível” no dia a dia. Aplica-se à generalidade dos bens e serviços e está presente em praticamente todas as transações comerciais. Na prática: É relevante para a empresa…Todos os meses ou trimestres, ao submeter as declarações periódicas de IVA e garantir a correta faturação. IRS: Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares O IRS é o imposto que incide sobre os rendimentos das pessoas singulares, ou seja, as pessoas. Se tem trabalhadores por conta de outrem ou presta serviços como trabalhador independente, este imposto está na equação. Na prática: É relevante para a empresa…Ao fazer os pagamentos aos colaboradores, as retenções na fonte são calculadas e esse valor deve ser entregue ao Estado. IUC: Imposto Único de Circulação Se a sua empresa tem viaturas, não pode esquecer o IUC. Este imposto é devido anualmente e aplica-se a todos os veículos matriculados em Portugal, estejam em circulação ou não. Na prática: É relevante para a empresa…No controlo de custos com viaturas e na gestão fiscal da frota. Sabia que… com um ERP como o PHC GO ajuda a automatizar estes processos e a manter-se sempre em dia com as obrigações fiscais? IRC: Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas O IRC é o equivalente ao IRS, mas para empresas. Incide sobre os lucros das sociedades comerciais e outras entidades coletivas. Na prática: É relevante para a empresa…No fecho de contas anual, no planeamento fiscal e no cálculo da matéria coletável. Quatro impostos, uma gestão mais tranquila A sigla pode mudar, mas o impacto do incumprimento é igual. Conhecer a diferença entre IRS, IUC, IVA e IRC não é só uma forma de cumprir a lei, é também uma forma de gerir melhor, evitar surpresas e garantir que a sua empresa está sempre em dia com a contabilidade. E, claro, se quiser simplificar a gestão fiscal e deixar que o software trate das suas obrigações fiscais por si, fale connosco. Temos soluções preparadas para tornar tudo mais simples, fiável e automático. Já conhece o Cegid PHC GO e o Cegid PHC CS? Voltar atrás
Dashboards: Como transformar dados em decisões inteligentes
Um dashboard é um painel de controlo que apresenta os principais indicadores de desempenho da empresa. Ao reunir dados de diferentes áreas numa interface visual, estas ferramentas simplificam a análise e permitem que gestores e equipas tomem decisões rápidas e fundamentadas. Com eles, acaba-se a dependência de folhas de cálculo dispersas ou relatórios demorados. Tudo o que é essencial para o negócio está reunido num só lugar, fácil e rápido de interpretar. Os 5 benefícios imediatos dos dashboards: Como funcionam na prática? Funcionam como um radar de gestão, ou seja, ao invés de reagir a desafios, antecipam oportunidades. Se é verdade que cada empresa tem objetivos únicos, o dashboard deve refletir essa realidade. Imagine, por exemplo, que podia comparar horas faturadas vs. gastas para obter rácios de rentabilidade precisos. Ou visualizar tipos de serviços executados, segmentados por tarefa e cliente… Se puder ver mais longe, é mais fácil decidir melhor. Isto significa é possível apoiar diferentes áreas do negócio de forma integrada: Resumindo: os dashboards são ferramentas que revelam padrões essenciais e identificam oportunidades de otimização, o que permite corrigir desvios rapidamente. O resultado final Um dashboard bem estruturado transforma a gestão reativa numa abordagem proativa, onde os dados trabalham a seu favor para maximizar rentabilidade e eficiência operacional. Mais do que gráficos visuais, tornam-se verdadeiros aliados estratégicos que ajudam gestores a ganhar tempo, reduzir erros e criar uma cultura de decisões inteligentes baseadas em dados. Gerir uma empresa torna-se mais fácil com as ferramentas certas. Saiba hoje mesmo tudo aquilo que o software Cegid PHC tem para lhe oferecer. Sem compromisso. Sem custos iniciais. Sem complicações.
Demonstrações financeiras e o fecho do ano
À medida que nos aproximamos do final do ano, cresce também a responsabilidade das empresas em preparar as demonstrações financeiras. Este é um processo fundamental para cumprir obrigações legais, garantir a transparência junto dos stakeholders e apoiar na tomada de decisões estratégicas. E se, por um lado, o contabilista tem um papel central nesta tarefa, por outro, o empresário pode (e deve) ajudar a tornar todo o processo mais simples e eficiente. Qual a importância das demonstrações financeiras, os principais prazos e como o Cegid PHC GO pode ser um aliado na sua preparação? É o que vamos ver de seguida. A importância das demonstrações financeiras e prazos a ter em conta As demonstrações financeiras são o reflexo da saúde económica de uma empresa e assumem um papel fundamental não só no cumprimento dos requisitos legais e fiscais, mas também no aumento da confiança junto de investidores, bancos e parceiros. Além disso, constituem uma base sólida para o planeamento estratégico, permitindo decisões orientadas por dados reais e de possibilitarem uma avaliação clara da rentabilidade e eficiência da operação. No entanto, para cumprirem verdadeiramente o seu propósito, é essencial respeitar os prazos associados ao fecho de ano. Embora estes variem consoante a dimensão e o enquadramento da empresa, há datas críticas que não podem ser ignoradas, como o encerramento das contas do exercício, a entrega da IES (Informação Empresarial Simplificada) e a elaboração dos relatórios de gestão, incluindo a sua posterior aprovação em assembleia geral. Como é que o empresário pode ajudar o contabilista Muitas vezes, pequenas ações feitas atempadamente pelo empresário evitam atrasos e duplicação de trabalho: O papel do contabilista – com as ferramentas certas Há também boas práticas que podem facilitar a análise das demonstrações financeiras. Desde logo, não esperar pelo fim do ano para as avaliar, mas sim analisá-las várias vezes ao longo do exercício. É igualmente importante fazer comparações ano sobre ano, como por exemplo setembro de 2025 em relação a setembro de 2024, de forma a identificar tendências e variações relevantes. Além disso, devem rever-se, com atenção, alguns pontos críticos: O contabilista, com toda a sua especialização, é quem garante que as demonstrações financeiras cumprem as normas e refletem corretamente a situação da empresa. É neste momento que a tecnologia se transforma na sua melhor aliada: com o Cegid PHC GO, o contabilista ganha acesso a informação organizada em tempo real, relatórios automáticos e indicadores financeiros atualizados, sem depender de trocas intermináveis de ficheiros ou e-mails. O fim de ano pode ser exigente, mas também é a oportunidade ideal para olhar para os resultados da sua empresa e planear o futuro com confiança, uma confiança que fica reforçada com o Cegid PHC GO. Com o Cegid PHC GO, o processo torna-se mais ágil, seguro e orientado para a tomada de decisões. Gerir uma empresa torna-se mais fácil com as ferramentas certas. Saiba hoje mesmo tudo aquilo que o software Cegid PHC GO tem para lhe oferecer. Sem compromisso. Sem custos iniciais. Sem complicações.
Boas práticas fiscais: O monstro precisa de amigos
Vamos ser honestos: quando alguém menciona “questões fiscais” numa reunião, há sempre aquele suspiro coletivo, um frio na barriga, aquela sensação de “lá vamos nós outra vez”. Como se estivéssemos prestes a enfrentar um monstro de sete cabeças que fala numa língua imperceptível e vive apenas com o propósito de nos complicar a vida. E se disséssemos que o monstro, com algumas boas práticas simples, pode transformar-se… num cenário de pura tranquilidade? O grande segredo que ninguém conta A verdade inconveniente sobre a gestão fiscal é esta: não é complicada, é aborrecida. E há uma diferença enorme entre estas duas palavras. Complicado seria se as regras mudassem todos os dias, sem aviso. Ou se cada empresa tivesse de inventar o seu próprio sistema. É aborrecida porque tem de fazer sempre os mesmo procedimentos, da mesma forma, sem falhas. Repetidamente. Para sempre. A boa notícia? O que é aborrecido pode ser automatizado. Rotinado. E simplificado. Para sempre. Boa prática nº 1:Trate os impostos como salários Ninguém se esquece de pagar salários, certo? Porque são prioritários. Porque é sistémico. Porque há consequências imediatas se não forem pagos. Agora, só precisa de aplicar a mesma lógica aos impostos: Quando os impostos deixam de ser “aquela obrigação que temos de cumprir” e passam a ser “parte normal do processo”, mais de metade do stress desaparece imediatamente. Boa prática nº 2:Organize agora, agradeça depois Há um momento mágico na gestão fiscal: quando precisa urgentemente daquele documento de há três meses e… está exatamente onde devia estar. Organizado. Acessível. Completo. Esse momento não acontece por acaso. Acontece porque alguém decidiu que: Digital, de preferência. Com backup. Com nome que faça sentido. Não “DOC_final_FINAL_versao2_revista.pdf”. Guardar facturas à sexta-feira às 18h30 parece aborrecido. Mas não tanto como procurar 247 facturas numa segunda-feira de manhã com a fiscalização à porta. Mensalmente. Não para procurar problemas, mas para ter a certeza de que não há nenhum. Boa prática nº 3:Automatize tudo aquilo que puder Esta é uma verdade universal: o que depende exclusivamente da memória humana, vai falhar. Não porque as pessoas são incompetentes, mas porque são humanas. Têm dias maus. Ficam doentes. Vão de férias. Porém, no meio de tudo isto, os impostos não perdoam esquecimentos. A solução? Retire o humano da equação sempre que possível: Deixe as pessoas fazerem o que fazem melhor: pensar, decidir, resolver problemas; deixe as máquinas fazerem o que fazem melhor: repetir, calcular, lembrar. Boa prática nº 4:Antecipe-se (mesmo que custe) Ninguém gosta de pensar em problemas que ainda não existem. Mas na gestão fiscal, a diferença entre empresas tranquilas e empresas desesperadas está numa palavra: antecipação. Cenário A (o comum): “Temos de entregar a declaração na sexta-feira.”“Ok, na quinta tratamos disso.” Quinta-feira: descobrem que falta informação crítica, sexta-feira: caos, stress, erros, atrasos. Cenário B (o sensato): “Temos de entregar a declaração daqui a 3 semanas.”“Vamos começar já. Que informação precisamos?” Duas semanas depois: tudo pronto, verificado, tranquilo. Sexta-feira: entrega calma, café na mão. Em qual dos cenários prefere viver? Boa prática nº 5:Tenha um Parceiro, não um fornecedor Há uma grande diferença entre: A gestão fiscal não é algo que se “compra e esquece”. É algo que evolui. A legislação muda, os negócios crescem, as dúvidas surgem. Ter um parceiro tecnológico que conhece a sua realidade, responde quando precisa e o ajuda a antecipar mudanças não é luxo, é sensatez – já conhece a nossa rede de Parceiros? Dicas práticas para começar Contas feitas, as boas práticas fiscais resumem-se a isto: ✓ Rotina em vez de improviso✓ Organização em vez de caos✓ Antecipação em vez de desespero✓ Automação em vez de heroísmo✓ Parceria em vez de isolamento Não é excitante, não é revolucionário, mas funciona. E quando funciona, algo de estranho acontece: os impostos deixam de ser o assunto que todos evitam e passam a ser… bom, apenas mais uma tarefa que a sua empresa faz bem. A fiscalidade não precisa de ser um drama, só precisa de ser inequivocamente eficiente. E isso, felizmente, está ao alcance de qualquer empresa que decida levar a sério três aspetos muito simples: Comece a pouco e pouco, não precisa de fazer tudo no mesmo dia. Mas comece. A sua empresa já tem boas práticas fiscais implementadas? Na Cegid, ajudamos empresas a transformarem o caos fiscal numa rotina tranquila, com software inteligente, suporte dedicado e boas práticas testadas. A gestão fiscal pode não ser divertida, mas também não precisa de ser um pesadelo. Gerir uma empresa torna-se mais fácil com as ferramentas certas.Ter mais autonomia e receber informação em tempo útil é agora mais fácil.O seu contabilista já pertence à Cegid PHC GO Professional Accountants Network?Sem atritos nem complicações. E sem mudar de software de contabilidade.
OE 2026: guia prático para planear 2026 com confiança
A proposta do Orçamento do Estado para 2026 traz novidades relevantes para quem gere um negócio em Portugal. Da descida progressiva do IRC a novos incentivos salariais, passando por prazos mais flexíveis para o cumprimento de obrigações fiscais… há várias medidas com impacto direto nas empresas. Neste artigo, resumimos as principais alterações que deve conhecer para preparar o seu negócio para o próximo ano. Atualização dos escalões de IRS Atualização de 3,51% nos escalões de IRS, acompanhada de uma redução de 0,3 pontos percentuais nas taxas do 2.º ao 5.º escalão. Valor mínimo de existência O valor de referência do mínimo de existência passa a corresponder ao maior dos seguintes montantes: Prémios de produtividade isentos de IRS e TSU De acordo com o OE 2026, mantém-se a isenção de IRS até 6% da retribuição base anual, bem como a exclusão de TSU para prémios de produtividade, participações nos lucros e gratificações de balanço. Esta isenção só se aplica se a empresa tiver aumentado os salários ao abrigo do Incentivo Fiscal à Valorização Salarial, com um acréscimo mínimo de 4,6%. Redução gradual da taxa de IRC até 2028 Prevê-se uma redução progressiva da taxa geral de IRC, dos atuais 20% para 17% até 2028, com o seguinte calendário: Além disso, a taxa reduzida aplicável aos primeiros €50.000 de matéria coletável das Pequenas e Médias Empresas e Small Mid Caps baixa de 16% para 15% já em 2026. Alterações na tributação autónoma das viaturas As taxas de 2,5%, 7,5% e 15% passam também a abranger viaturas ligeiras Euro 6e-bis, com emissões até 80 gCO₂/km. Alargamento da taxa reduzida de IVA A taxa reduzida de IVA aplicável à produção agrícola e aquícola passa a incluir também a transformação de azeitona em azeite. Incentivo fiscal à valorização salarial Mantém-se em 2026 a majoração de 200% dos encargos com aumentos salariais para trabalhadores com contrato sem termo, desde que o aumento médio seja de, pelo menos, 4,6%. Prorrogação de benefícios fiscais São prorrogados até 31 de dezembro de 2026 vários benefícios fiscais, incluindo: Outras medidas de transição O Governo propõe ainda o adiamento de várias obrigações fiscais e contabilísticas, dando mais tempo às empresas para se adaptarem: 2026: um ano para reforçar a competitividade O OE 2026 reforça a valorização dos rendimentos e a competitividade das empresas, apostando em medidas que promovem produtividade e crescimento sustentável, ao mesmo tempo que flexibilizam prazos e reduzem encargos administrativos. Para as empresas, o desafio está em acompanhar estas mudanças e garantir o cumprimento das novas regras fiscais e tecnológicas. Com as soluções Cegid PHC, a sua empresa estará sempre preparada para o futuro — com processos automatizados, conformidade assegurada e a eficiência de um ERP que evolui ao ritmo do seu negócio. Entre no novo ano sem sobressaltos. Com a Cegid PHC, a gestão é mais simples e o futuro mais previsível. Gerir uma empresa torna-se mais fácil com as ferramentas certas.